Convidamos os portadores de câncer e seus cuidadores para a participação no grupo de apoio psicológico Câncer: dor física x dor da alma.

Como parte da campanha Viva Sem Dor, os atendimentos são gratuitos, realizados uma vez por mês, sendo o próximo encontro dia 7/11, às 10h.

Os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas.

 

Saiba mais sobre a campanha Viva Sem Dor

Fonte: Revista Viva Saúde Online

Pesquisa da Universidade de Bath, na Inglaterra, compara o quadro de dor feminina com a masculina. Nos testes foi descoberto que elas sentem dor em um número maior de regiões do corpo, além de suportá-la por mais tempo. Outro estudo feito com 4 mil pacientes, pelo Hospital Pitie-Salpetriere da Universidade Pierre e Marie Curie na França, observou que, após cirurgias, elas precisam de doses maiores de anestésicos. Acredita-se que a diferença entre os sexos depende de fatores hormonais, psicológicos, culturais e sociais.

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RELACI~1

Num passado não muito distante, algo menos que 10 anos atrás, as pessoas que recorriam a tratamentos médicos não tinham o hábito de questionar ou argumentar sobre as condutas a que eram submetidas.

Com a evolução dos meios de comunicação, especialmente a web, um novo perfil de paciente, mais participativo, está se formando. Trata-se de um movimento batizado aqui de Paciente Informado e nos Estados Unidos, de Empowered Pacient.

Este paciente pesquisa sobre seu diagnóstico e costuma se relacionar com comunidades e pessoas afins com seus problemas sobre as terapias que utilizam. Essa base de informação o deixa mais seguro para entender sua doença e poder questionar seu médico a respeito das opções de tratamento a que pode ser submetido.

Segundo o coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, dr. Claudio Corrêa, em entrevista para a revista IstoÉ desta semana, “o médico que não aceitar isso terá problemas para estreitar relações com o seu paciente”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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Muita gente sofre com a falta de memória e só percebe o quanto ela é imprescindível quando ela falha. São compromissos esquecidos, a chave do escritório que fica em casa, entre outras.

Apesar de o problema ter várias origens, é possível exercitar a mente para que os episódios de esquecimento sejam menos recorrentes. Segundo o dr. Antônio Cesar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho em entrevista à revista Viva Mais, há um treinamento fácil de ser praticado: “Leia uma página de um livro com atenção, feche-o e tente se lembrar do que acabou de ler”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

dra. Marília de Andrade

Quem é cuidador ou portador de câncer sabe o quanto a doença provoca dor, física e emocional. Buscar tratamentos para diminuir essa dor é melhorar a qualidade de vida e colaborar para a cura.

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Dentre as terapias complementares que atuam para este fim, a dança tem sido relatada com resultados bastante positivos. Para falar a este respeito, convidamos a PHD em psicologia e professora titular do Departamento de Artes Corporais da Unicamp, dra. Marília de Andrade, para integrar o podcast da campanha Viva Sem Dor, coordenada pela Baruco para o Centro de Dor do Hospital 9 de Julho.

Confira a entrevista.

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O telejornal matinal Bom Dia Brasil (Rede Globo) relatou as terapias complementares no tratamento da dor. Entre elas, destacou a música e a dança, com entrevista da bailarina e psicóloga Marília de Andrade. Também mostrou um panorama geral dos tratamentos para a dor, com declarações do neurocirurgião e coordenador do Centro de Dor do Hospital 9 de Julhodr. Claudio Corrêa e também da psicóloga dra. Dirce Perissinotti. Veja.

Saiba como diagnosticar e tratar a dor.

Todos os seres humanos precisam de um tempo para sonhar acordado, ou, mais especificamente, dar vazão ao devaneio.

Em colaboração para o Vila Mulher (do Portal Terra), a psicóloga do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho,  dra. Dirce Perissinotti, explica que os pensamentos vagos são importantes para descomprimir a mente e auxiliar nos processos criativos.

Veja a matéria na íntegra.

O Centro de Dor do Hospital 9 de Julho convida os portadores de câncer e seus cuidadores para a participação no grupo de apoio psicológico Câncer: dor física x dor da alma.

Como parte da campanha Viva Sem Dor, os atendimentos são gratuitos, realizados uma vez por mês, sendo o próximo encontro dia 12/9, às 10h.

Os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas.

 

Viva Sem Dor

A Campanha tem o objetivo de educar a população leiga e profissional a respeito da necessidade de atendimento especializado em dor aos portadores de câncer. Este é o segundo ano consecutivo que o Serviço alinha sua campanha à IASP – International Association for the Study of Pain (USA), que em 2009 realiza diversos eventos e incentiva a realização de estudos para a promoção do conhecimento e da melhor qualidade de vida para pacientes e seus e cuidadores.

 

Acesse: www.centrodedor.com.br/vivasemdor

Siga: www.twitter.com/vivasemdor

A família é uma equipe, um time. Se um dos componentes não está em sua melhor fase, todo o restante do grupo irá trabalhar para fortalecer a base e, principalmente, ajudar e motivar quem está desfalcado para todos poderem vencer juntos.

Assim acontece também com os portadores de câncer, segundo a psicóloga dra. Dirce Perissinotti, do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho. Em entrevista para a revista Mulher Consciente, ela relata que os pacientes nunca se sentirão sozinhos, enquanto a família estiver literalmente com eles.

E quanto tempo esse apoio deve durar? O grupo Titãs, em vídeo abaixo, responde.

Como sempre divulgamos neste espaço, a Dor pode apresentar um conjunto de fatores para o seu desencadeamento ou agravamento, entre eles aspectos emocionais. Assim, cuidar da mente e buscar atitudes positivas diante dos desafios da vida é uma  importante ferramenta para ajudar a atenuar a dor e conviver melhor com ela.

Abaixo inserimos um clip musical para te inspirar neste exercício de positividade contra a Dor. Pratique…

Acompanhe a matéria de saúde da revista Cláudia “Nem tudo é psicológico” em que o coordenador do Centro de Dor, Claudio Fernandes Corrêa, explica a relação dos fatores emocionais com algumas doenças e vice versa. Link 

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Estimulação magnética consolida Centro de Dor como referência em tratamento neurofuncional

 

O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho acaba de ganhar mais uma importante ferramenta para o tratamento de diversas patologias relacionadas ao sistema nervoso central, sua principal especialidade. Trata-se do Neurosoft Neuro MS, equipamento de origem russa, que ao longo de sua curta trajetória já adquiriu 16 certificados internacionais.

O equipamento atua emitindo ondas magnéticas no cérebro, regulando estruturas que estão descompensadas ou funcionando com anormalidade. Entre as principais vantagens do equipamento para os pacientes está o fato de não ser invasivo e não oferecer contraindicações.

Indicado para uma grande variedade de distúrbios, sendo os mais reconhecidos a Depressão, Dor Neuropática, AVC (Derrame), Doença de Parkinson e até Dores de Cabeça, o tratamento é realizado com sessões periódicas de  30 minutos cada, promovendo resultados bastante positivos em indivíduos que não respondem mais a medicamentos ou quaisquer outros tratamentos convencionais.

De acordo com o neurocirurgião e coordenador do Serviço, dr. Claudio Corrêa, a aquisição do aparelho aumentará a capacidade e demanda do Centro, uma vez que serve como alternativa promissora para casos resistentes. “Doenças como depressão, fibromialgia e neuropatias diabéticas, por exemplo, podem ser efetivamente controladas, o que angaria para nós mais visibilidade em consultórios de neurologia, psicologia e psiquiatria na indicação de pacientes”, diz.

Em sua coluna na Folha de S. Paulo, de 19/7, Gilberto Dimenstein narra a luta do vice-presidente do Brasil, Jose Alencar, contra o câncer. O destaque: a vontade de VIVER e não morrer com câncer.

Abaixo destacamos os principais trechos que resumem a idéia central da coluna e que convidamos a todos refletirem.

alencar

Melhor viver do que morrer com câncer


Querer ver os bisnetos nascer revela um dos valores que mantêm a garra de José Alencar, apesar das cirurgias


 

BRIGANDO com o câncer há 12 anos, o vice-presidente José Alencar pediu, na semana passada, que o segurassem por mais tempo porque não queria perder o nascimento de seus bisnetos. Ainda teve disposição para uma brincadeira. Os médicos lhe perguntaram se ele queria ir ao batizado. “Não. Quero ir à formatura”, respondeu.
Querer ver os bisnetos nascer revela, em essência, um dos valores que mantêm a garra de Alencar, apesar de tantas e tão dolorosas cirurgias. Sem saber, ele está comprovando uma experiência desenvolvida em hospitais de Nova York, onde se ensina pessoas a descobrir por que, mesmo com tanto risco de morte, valeria a pena aprender a viver.

Reportagem publicada na semana passada pelo jornal “The Wall Street Journal” relatou a experiência de uma terapia aplicada em pacientes com câncer avançado, baseada no livro “Em Busca do Sentido”, escrito pela psiquiatra austríaco Viktor Frankl. O psiquiatra passou pelo campo de concentração, onde aproveitou para investigar como reagem as pessoas diante de sofrimentos extremos era, portanto, um misto de cientista e cobaia.
Conclusão: é mais fácil suportar as dores quando a vida faz sentido.
A experiência realizada em Nova York mostrou que o grupo de doentes submetido a sessões de busca de significado demonstrou, na média, menos ansiedade, redução da vontade de morrer e, portanto, menor incômodo espiritual.

 
Enquanto mergulhavam na vivência de Frankl nos campos de concentração, os pacientes deveriam refletir sobre o que vale a pena e dá prazer, como andar de bicicleta, caminhar pelo parque à tarde, ouvir um concerto ou admirar o pôr do sol.
Passaram, então, a se encarar não como pessoas que estão morrendo com câncer. Mas vivendo com câncer e, a cada dia, descobrindo novos significados.
Uma mulher, segundo o jornal americano, escreveu um livro sobre os sons de Nova York; outra, enfim, viajou para a Itália, apesar da quimioterapia. Um deles falou: “Vi que não precisava trabalhar tão duro para descobrir o significado da vida.
Estava ao alcance da mão em qualquer momento que eu o olhasse”.
Será que precisamos estar prestes a morrer para refletir sobre o que é essencial? Talvez aí esteja uma das grandes falhas do sistema educacional, baseado em resultados.

 
Educa-se para o fazer e não para o ser. Pior, educa-se para o sucesso, que, como todos sabemos, é superficial e passageiro. Não se educa para que cada um ache seu significado na vida, seja ele qual for o que implica várias medidas de sucesso. Por que alguém que é ótimo amigo, usufruindo do prazer da convivência, não pode ser uma medida de sucesso?
 

 Quem sabe a obrigatoriedade do ensino de filosofia nas escolas não seja um gancho para se discutir por que vale a pena viver.

PS – Quem quiser conhecer melhor a obra do psiquiatra Viktor Frankl, acesse meu site (www.dimenstein.com.br). Seu livro é daquelas obras que ninguém deveria passar a vida sem ler.

Não deixe de conferir hoje a entrevista da dra. Dirce Perissinotti, psicóloga do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, para a Rádio Eldorado AM (700 kHz ou http://www.territorioeldorado.limao.com.br/) sobre a importância da amizade para a saúde.

Abordando a questão das dores crônicas em mulheres, a Rit TV (Jornal Toda Hora), entrevista dra. Dirce Perissinotti.

A psicóloga do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho destaca a importância atendimento aos aspectos emocionais gerados pelas dores crônicas para a melhora da qualidade de vida de suas portadoras.

Matéria publicada neste fim de semana (11/julho), no UOL Ciência e Saúde, aborda a relação dos médicos e pessoas leigas com os opioides, possível causa de morte do ídolo pop Michael Jackson.

MichaelJackson

Falta de conhecimento sobre os benefícios e possíveis riscos é o principal motivo de erro na prescrição e consumo deste tipo de droga, fazendo com que pacientes subestimem seus efeitos colaterais ou ainda sofram desnecessariamente de dor com medo de utilizá-la.

Entre os entrevistados da matéria, a participação do dr. Cláudio Fernandes Corrêa,  coordenador do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Blog da Saúde publicou o Estudo sobre o impacto emocional da Dor Crônica em mulheres, com informações fornecidas pela Dra. Dirce Perissinotti. A matéria aborda o levantamento realizado por meio do grupo de apoio psicológico gratuito “Mulheres que Doem Demais”, do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

Veja a matéria completa no Blog da Saúde Aqui.

 

Estudo publicado no “Journal of Headache and Pain” aponta que fumar mais de cinco cigarros por dia desencadeia as crises de enxaqueca. Isso acontece porque o tabaco age como um fator que precipita essas crises e não as alivia, como se acreditava anteriormente. O estudo, realizado por pesquisadores espanhóis, envolveu 361 estudantes de medicina que sabiam exatamente o que é uma crise de enxaqueca.

Folha de São Paulo

Da Folha de S Paulo – Data de hoje

Nível de dopamina no cérebro pode ter ligação com doença

A fibromialgia está associada a uma redução na massa cinzenta em áreas do cérebro, mas a causa do fenômeno é desconhecida. Pesquisadores dos EUA descobriram agora que alterações nos níveis de dopamina podem ser os responsáveis por essa redução. O estudo foi publicado no “Journal of Pain”.

Os pesquisadores compararam ressonâncias magnéticas de 30 mulheres com fibromialgia e 20 mulheres saudáveis de mesma idade. O objetivo inicial era confirmar a descoberta prévia de que a massa cinzenta de pacientes com fibromialgia é menos densa. Eles exploraram a correlação entre atividade metabólica da dopamina e variações na densidade da massa cinzenta em certas áreas do cérebro.

Os resultados mostraram uma redução significativa da massa cinzenta nos pacientes com fibromialgia, corroborando pesquisa anterior. Além disso, nesses pacientes, houve uma forte correlação entre os níveis de dopamina e a densidade da massa cinzenta nas áreas do cérebro em que a dopamina controla a atividade neurológica.

Em matéria de Vanessa Felix, o Blog da Saúde abordou as atividades do grupo de apoio psicológico “Câncer: dor física X dor da alma”, e sua importância para os portadores da doença e seus cuidadores.

Dra. Dirce Perissinotti e sua equipe coordenam o grupo, cujas reuniões acontecem todo o primeiro sábado do mês.

Para participar, basta fazer a inscrição pelos telefones 11 3147.9881 e 11 3147.9860.

Abaixo o link da matéria do Blog da Saúde.

http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2009/06/08/cancer-dor-fisica-x-dor-da-alma/

Artigo da Dra. Dirce Perissinotti sobre estudo realizado com o grupo “Mulheres que Doem Demais”, cujo objetivo foi oferecer apoio psicológico em reuniões mensais para grupos de mulheres que discutiam sobre as interferências da dor crônica em suas vidas.

O artigo completo está no blog De Caso com a Medicina, da jornalista Cristina Almeida.

Sexta-feira, dia 22/5, 12 horas, o Centro de Dor promove a palestra “Combatendo a dor da alma”, que será ministrada pela psicóloga do Serviço, dra. Dirce Perissinotti.

Voltado para portadores de câncer e seus familiares, o evento abordará os aspectos emocionais relacionados à doença e como trabalhá-los para uma melhor qualidade de vida.

A apresentação será realizada no Anfiteatro do Hospital (Rua Peixoto Gomide, 613 – 2º Andar – Cerqueira César – SP).

Para participar, basta fazer a inscrição pelos telefones 11 3147.9881 e 11 3147.9860.

Contamos com sua presença!

Usado há milhares de anos para problemas estomacais, o gengibre pode ajudar a reduzir a náusea causada por remédios do tratamento de câncer.
É o que mostra um estudo da Universidade de Rochester, em Nova York, com 614 pessoas que faziam quimioterapia.
Parte do grupo recebeu placebo e parte, cápsulas de 0,5 g, 1 g ou 1,5 g de gengibre em pó. Todas as doses foram eficazes, mas as duas mais baixas funcionaram melhor.

 

Da Folha de S Paulo (dia 16/5)

Neste mês, o Centro de Dor participou de duas entrevistas em dois veículos de expressão na mídia brasileira: a Rádio Eldorado e a coluna da repórter-especial em saúde da Revista Época, Cristiane Segatto.

Acompanhe nosso último estudo nas matérias: Rádio Eldorado, coluna Cristiane Segatto.

Semana passada a Folha de S. Paulo publicou matéria a respeito de uma iniciativa do Governo em que o Hospital das Clínicas passará a treinar hospitais públicos a identificar a dor como sinal vital.

 

A notícia vem em boa hora, revelando que a atenção com a dor passa a ganhar a importância que merece dentro dos serviços médicos. Ganha os profissionais, carentes de conhecimento – em virtude de uma deficiência do ensino acadêmico – e ganha os pacientes, que passam a ser atendidos em suas necessidades básicas de forma mais completa.

 

Vale lembrar Hospital 9 de Julho, sempre guiado pelo pioneirismo das ações de seu Centro de Dor, há tempos possui a rotina da identificação da Dor em seus atendimentos.

 

Confira a matéria da Folha de S. Paulo em www.baruco.com.br/blog/folha_hc

A partir de hoje, o blog do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional está de nova cara…

Para acessar os posts anteriores, acessar: www.centrodedor.blogspot.com