O Brasil já realiza um procedimento cirúrgico que pode curar os sintomas de tremor e espasticidade do Mal de Parkinson e tratar de forma efetiva os casos de depressão que não são atenuadas com nenhuma outra terapia. Trata-se da neuroestimulação por eletrodos, um método seguro, pouco invasivo e de fácil reversão.

Confira matéria do UOL, assinada pela jornalista Tatiana Pronin, com entrevista do coordenador do Centro de Neurocirurgia do Hospital 9 de Julho, dr. Claudio Corrêa, sobre o procedimento realizado no Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2010/01/21/implante-de-eletrodos-no-cerebro-pode-aliviar-sintomas-de-parkinson-e-depressao.jhtm.

Há quem acredite que só adulto sente dor crônica digna de ser tratada com terapias focadas e multidisciplinares. Entretanto, muitos pequeninos sofrem deste mal, sentindo ansiedade, stress e até medo, por não saberem direito o que acontece no próprio corpo e não saberem se expressar como gente grande. Por isso foi desenvolvido um projeto internacional intitulado ChildKind (apoiado pela IASPInternacional Association for the Study of Pain) a fim de estabelecer que a dor infantil, especialmente a persistente, merece atenção familiar e profissional especializada.

De acordo com a anestesiologista do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, Dra. Charlize Kessin, a conduta proposta pelo projeto é o primeiro passo para melhorar a qualidade de vida da criança. “Usamos escalas de aferição da intensidade da dor específicas, assim como terapias direcionadas. Conseguimos diminuir o desconforto, facilitar o tratamento da doença desencadeadora da dor e melhorar a capacidade funcional da criança no ambiente familiar e social, devolvendo a fantasia, as atividades lúdicas e o aprendizado, já que a dor atrapalha estes processos”.

Segundo a médica, a união de terapias cognitivas, comportamentais, complementares e as intervenções medicamentosas são fundamentais. Todavia, os remédios devem ser administrados com cautela, pois podem variar desde analgésicos simples até opióides fortes e, como ocorre em adultos, podem provocar efeitos colaterais adversos. “O profissional de saúde deve se atentar na avaliação do paciente. A OMS (Organização Mundial de Saúde) disponibiliza a tabela de referência para escolha do fármaco, entretanto, é o bom senso e identificação correta da dor que acarretarão no sucesso do tratamento”, completa.

Para o público leigo e profissional que quiser conhecer a íntegra do projeto, acesse o link  http://www.childkind.org/.

Recentemente, foi publicado um artigo no jornal The New York Times sobre um novo estudo que sugere que olhar para a fotografia de um ente querido pode aliviar a sensação de dor física. O “alívio da dor através da fotografia” foi primeiramente demonstrado na revista Psychological Science.

Segundo um dos autores, “a sensação física pode realmente tornar-se mais manejável apenas olhando uma foto de alguém em que você encontra apoio”. A descoberta foi de um grupo de psicólogos da Universidade da Califórnia (Los Angeles).

Com a participação de 25 mulheres, analisaram o nível de calor no antebraço e pediram para que avaliassem a dor em uma escala de 1 a 20. Os pesquisadores manipularam o calor e gravaram as reações das mulheres em condições diferentes: enquanto olhavam para a foto de seu namorado ou de um completo estranho ou de uma cadeira. No primeiro caso, o nível de calor (e dor) observado foi bem menor: “Olhando para a fotografia de seus namorados, as mulheres mostraram menor nível de dor do que quando estavam olhando para uma foto de um estranho ou uma cadeira. E, surpreendentemente, a dor foi menor até mesmo quando seguravam a mão de seu parceiro”, relata um membro do grupo de psicólogos.

O estudo mostra como a relação afetiva pode ter influência em aspectos físicos: “olhando para uma foto pode ter um efeito ainda mais forte do que ter a pessoa fisicamente presente”. Ou seja, a mera lembrança de um ente querido pode gerar sentimentos de apoio, possivelmente levando a liberação de opióides endógenos, substâncias químicas no cérebro que têm efeitos no alívio da dor.

Veja a íntegra da matéria no jornal The New York Times (em inglês):

Pain Relief Through Photography

19/11/2009 – The New York Times – Em: http://well.blogs.nytimes.com/2009/11/19/pain-relief-through-photos/ 

Imagem: O Pensador, do escultor francês Auguste Rodin - Retrata um homem em meditação, lutando com uma poderosa força interna.

Confira abaixo matéria da Agência Fapesp de hoje, com pesquisa ratifica o conhecimento popular de que a luz piora crises de enxaqueca.

 

Por que a luz piora a enxaqueca

11/01/2010 – Agência Fapesp – Em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/11607/divulgacao-cientifica/por-que-a-luz-piora-a-enxaqueca.htm

É comum para quem sofre de enxaqueca a vontade de, ao ter um ataque, querer se refugiar em um quarto silencioso e escuro. Embora há tempos se saiba que a luz piora o quadro dessa cefaleia, os motivos por que isso ocorre são desconhecidos.

Agora, um grupo de cientistas nos Estados Unidos identificou um mecanismo que ocorre na sensibilidade à luz durante as crises de enxaqueca tanto em pessoas com visão normal como em deficientes visuais.

Os resultados da pesquisa, divulgados neste domingo (10/1) na edição on-line da revista Nature Neuroscience, ajudam a compreender melhor os mecanismos por trás do problema ainda sem cura e que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.

De acordo com o estudo, cerca de 85% dos indivíduos com enxaqueca são extremamente sensíveis à luz. A fotofobia faz com que muitos evitem atividades como dirigir ou até mesmo ler e trabalhar. “Alguns pacientes chegam até mesmo a usar óculos escuros durante à noite”, disse um dos autores do estudo, Rami Burstein, professor do Beth Israel Deaconess Medical Center (BIDMC) e da Escola Médica Harvard.

Foi a constatação de que a fotofobia atinge, entre os pacientes com enxaqueca, até mesmo as pessoas cegas que levou o grupo a investigar a hipótese de que os sinais transmitidos pela retina por meio dos nervos ópticos intensificariam as dores.

Os pesquisadores examinaram dois grupos de deficientes visuais que sofriam de enxaqueca. Os voluntários no primeiro grupo eram totalmente cegos devido a doenças como câncer na retina ou glaucoma. Como eles não eram capazes de ver imagens ou de perceber luz, tinham dificuldade de manter ciclos normais de sono.

O segundo grupo era formado por deficientes visuais devido a doenças degenerativas como retinite pigmentosa. Embora não fossem capazes de perceber imagens, podiam detectar a presença de luz e manter ritmos normais de dormir e ficar acordado.

“Enquanto os pacientes no primeiro grupo não experimentaram piora em suas dores de cabeça a partir da exposição à luz, os do segundo grupo tiveram uma intensificação nas dores, particularmente na exposição à luz nos comprimentos de onda azul e cinza”, disse Burstein.

“Isso indicou que o mecanismo da fotofobia deveria envolver o nervo óptico, porque em indivíduos totalmente cegos esse nervo não transporta os sinais luminosos até o cérebro”, afirmou.

Os cientistas levaram os resultados ao laboratório, onde realizaram uma série de experimentos em modelos animais da enxaqueca. Após injetarem melanopsinas (fotopigmentos) nos olhos de ratos, eles traçaram o caminho dos sinais pelos nervos ópticos até o cérebro, onde descobriram um grupo de neurônios que se tornaram eletricamente ativos durante as crises de enxaqueca.

“Quando pequenos eletrodos foram inseridos nesses ‘neurônios da enxaqueca’ descobrimos que a luz estava disparando um fluxo de sinais elétricos que estava convergindo nas melanopsinas. Isso aumentava a sua atividade em segundos”, disse Burstein.

Mesmo quando a luz era apagada, os neurônios permaneciam ativos. “Isso ajuda a explicar por que pacientes contam que suas crise se intensificam segundos após a exposição à luz e melhoram de 20 a 30 minutos depois que passam para ambientes escuros”, disse.

Para os autores do estudo, a descoberta fornece novas rotas para abordar o problema da fotofobia em portadores de enxaqueca. “Clinicamente, a pesquisa monta um cenário para identificar maneiras de bloquear o caminho da dor de modo que os pacientes possam suportar a luz sem desconforto”, apontou.

O artigo A neural mechanism for exacerbation of headache by light (DOI: 10.1038/nn.2475), de Rami Burstein e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em www.nature.com/neuro

 

A revista Viva Saúde traz em sua edição de janeiro/2010 matéria intitulada “Dor Crônica – O que é normal sentir (e o que não é)”. Na reportagem, assinada pela jornalista Cristina Almeida, um apanhado geral sobre o problema, elucidando pontos fundamentais sobre a dor aguda e a crônica. Há também um interessante posicionamento sobre estudo apresentado pelo The Journal of International Association for the Study of Pain, dicas para assumir o controle da sua dor, terapias multidisciplinares, entre outros.

Entre os entrevistados da matéria estão a psicóloga do corpo clínico do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, Dra Dirce Perissinotti, e o neurologista Carlos Maurício de Castro Costa, presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).
 
Matéria da Viva Saúde: clique AQUI
 
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Informações complementares você pode obter aqui: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho

 

Nas últimas décadas, a busca por substâncias naturais para o combate à dor crônica tem sido o foco de médicos e pesquisadores. O alvo são as estruturas dos nocireceptores, que propagam a ação da dor no organismo.

Dentro desta linha, estudos vêm apontando para a utilização da capsaicina, substância extraída da pimenta, como propriedade analgésica. Seus efeitos relacionados ao alívio da dor foram apresentados com bastante eficácia em doenças específicas, especialmente para alguns tipos de neuropatias.

A capsaicina pertence à classe dos vaniloides (composto da família da baunilha, como conhecemos no Brasil). Na mesma estrutura está seu análogo mais potente: a resiniferatoxina (presente na planta Euphorbia resinífera).

PIMENTA, capsaicina

Em outubro deste ano, durante o SIMBIDOR (Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre a Dor), realizado em São Paulo, uma das palestras relatou que tanto a capsaicina como a resiniferatoxina agem no alívio da dor crônica neuropática, musculoesquelética e outras. A palestra foi proferida pelos médicos Thais Khouri Vanetti, da equipe de Controle de Dor do Instituto do Câncer de São Paulo, e José Oswaldo de Oliveira Junior, diretor e titular do Departamento de Terapia Antálgica e Cirurgia Funcional da Escola de Cancerologia Celestino Burroul da Fundação Antonio Prudente.

Agora, pesquisadores da Universidade de Illinois do sul estão divulgando um estudo sobre os efeitos da capsaicina e da euphorbia resinífera para o mesmo fim.

Eles descobriram que muito melhor do que a pimenta, ou seja, que a capsaicina, um tipo de cacto africano, com grande concentração da resiniferatoxina, está conseguindo um efeito analgésico até mil vezes mais potente, capaz de extinguir o sintoma doloroso por até cinco meses.

O estudo ainda não foi concluído, uma vez que foi atestado primeiramente em ratos. Agora começa a fase de testes em humanos, que oferece grande esperança às centenas de milhares de pessoas que sofrem diariamente por causa da dor crônica.

Confira matéria do Jornal Hoje (05/12/2009) a respeito do estudo AQUI

 

Pelo terceiro ano consecutivo, o Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho realizará sua campanha educativa em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain. Em 2010, os trabalhos estarão voltados para a Dor Musculoesquelética, com abordagens sobre o esforço repetitivo e o uso excessivo que provocam distúrbios como dor em articulações, músculos e estruturas circunjacentes. O Centro de Dor promoverá ao longo do próximo ano diversas ações para esclarecer o público leigo (pacientes e cuidadores), assim como profissional, dando continuidade à campanha VIVA SEM DOR, iniciada pelo Serviço em 2008.

Da dor lombar baixa (a mais comum dor musculoesquelética crônica) à tendinite, o objetivo do Centro de Dor é abordar aspectos físico, econômico e social relativos às doenças mais comuns neste segmento.

Você pode ajudar a campanha participando ativamente de nossas discussões e ações. E pode começar agora, nos informando o que gostaria que o Centro de Dor abordasse em benefício à prevenção e tratamentos adequados relativos à Dor Musculoesquelética.

Sua participação é importante e, por isto, aguardamos seus comentários.

Em breve, teremos mais informações sobre a campanha, com o calendário de atividades.

Siga o Viva Sem Dor no Twitter Aqui ou @vivasemdor

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Matéria publicada hoje (30/11) na Folha de São Paulo aborda estudos sobre dores nas articulações e o uso de medicamentos como responsável pelo aumento do risco de idosos caírem.

O coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, o neurocirurgião Claudio Corrêa, atesta  que as limitações funcionais características da idade contribuem com os índices de quedas de idoso.

Veja a íntegra da matéria abaixo:
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Remédio e dor crônica favorecem queda

Dores nas articulações e uso de medicamentos como sedativos e antidepressivos aumentam o risco de idosos caírem

Quedas, especialmente se envolvem fraturas, são causa importante de morte nessa faixa etária; estudos foram realizados nos EUA

Idosos com dor crônica nas articulações ou que tomam sedativos e antidepressivos, entre outros medicamentos, correm mais risco de sofrer quedas, demonstram duas novas pesquisas americanas. Quedas, principalmente quando envolvem fratura, são uma causa importante de morte entre idosos.

Um dos estudos, uma metanálise publicada no periódico “Archives of Internal Medicine”, avaliou os efeitos de nove classes de medicamentos em mais de 79 mil participantes de 60 anos ou mais.

Os resultados mostram que as quedas de idosos estão associadas principalmente a sedativos prescritos para dormir e a remédios para tratar distúrbios de humor -principalmente os antidepressivos.

Antipsicóticos e neurolépticos, usados para tratar esquizofrenia e outras psicoses, e benzodiazepínicos (como o Valium) também foram bastante associados ao evento.

O geriatra Clineu Almada Filho, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), afirma que muitas drogas agravam a hipotensão arterial (pressão baixa) postural, a que os idosos já estão sujeitos. “Quando o idoso levanta rápido, fica normalmente um pouco atordoado e, ao usar certos medicamentos, isso se agrava. Diuréticos, psicotrópicos sedativos ou antipsicóticos -indicados para quadros confusionais, demência- têm esses efeitos colaterais”, afirma. Ele lembra que a interação de vários remédios, usados para tratar doenças crônicas, também pode causar hipotensão postural.

Dores crônicas
No outro estudo, publicado no “Jama” (periódico da Associação Médica Americana), os pesquisadores acompanharam 749 idosos. No início da pesquisa, 40% deles reportaram sentir dores crônicas em mais de uma junta e 24%, em uma única. Ao fim de 18 meses, ocorreram 1.029 quedas -sendo que mais da metade caiu ao menos uma vez no período.

Entre os participantes que apresentavam dor crônica em duas ou mais articulações, o risco de queda foi 50% mais alto do que entre os que não tinham dor. Aqueles que afirmaram sentir dores mais severas ou que interferem na realização de atividades diárias foram mais suscetíveis ao problema.

Segundo Almada Filho, a degeneração das articulações é muito comum nessa faixa etária, e cerca de 70% dos idosos se queixam de dor articular, geralmente em articulações como joelhos, quadris e coluna. “É claro que isso interfere no equilíbrio. Ao andar e firmar o pé, ele sente dor e tenta compensar com um ajuste, ficando mais suscetível à queda”, diz.

“Idosos que já têm doenças como osteoartrite ou artrose têm limitações funcionais que facilitam as quedas”, completa Claudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Estudos apontam um risco de morte de cerca de 50% no período de um ano após a queda. Corrêa observa que a imobilidade facilita infecções pulmonares e urinárias, entre outras, que podem ser graves porque o sistema de defesa do idoso se encontra mais debilitado.         
 
Autor: Gabriela Cupani e Rachel Botelho
Fonte: Folha de São Paulo
Folha de São Paulo Aqui   (para assinantes)

 

O Dia Nacional de Combate ao Câncer será comemorado na próxima sexta-feira (27/11). Lançado em 1988, a data é apenas um marco perante tantas iniciativas já realizadas em prol da luta contra a doença. Segundo o Ministério da Saúde, “as comemorações visam dar visibilidade às importantes entidades de combate ao câncer, de consagração aos inumeráveis e valiosos serviços prestados ao país, e proporcionar mobilização popular quanto aos aspectos educativos e sociais na luta contra o câncer”.

Em sintonia com o tema, a campanha Câncer: Viva Sem Dor, criada em 2009 pelo Centro de Dor e Neuro-oncologia do Hospital 9 de Julho, em alinhamento com a IASP – International Association for the Study of Pain (USA), busca a disseminação do conhecimento da população sobre prevenção, tratamento e, sobretudo, a atenção à dor física e emocional de pacientes e cuidadores.

“Aproveitamos o Dia Nacional do Combate ao Câncer para relembrar as ações de nossa campanha, cujo objetivo é divulgar que a doença não precisa ser sinônimo de Dor e esclarecer a públicos leigo e profissional sobre a viabilidade e necessidade de atendimento especializado em Dor aos portadores de câncer, assim como dar suporte aos seus  familiares”, declara Dr. Cláudio F. Corrêa, coordenador da campanha.

Neste aspecto, durante o ano o Serviço vem realizando eventos gratuitos com o intuito de melhorar a qualidade de vida de pessoas envolvidas com a doença. Exemplo disto é o grupo de apoio psicológico como a realização de palestras e atendimentos mensais. O próximo encontro será dia 5/12, às 10 horas, no Centro de Dor. (os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas).

Embora muitos tipos de câncer possam ser diagnosticados e tratados precocemente, e mais pacientes sejam curados a cada ano, as estatísticas mostram que muitas pessoas ainda sofrem com a dor gerada pela doença. Dentre as várias razões para isso está a “opiofobia” (medo de uso de medicamentos a base opioides) entre médicos, enfermeiros, pacientes e seus familiares. Aliado a este fator, encontram-se as restrições governamentais a medicamentos para dor, bem como limitações financeiras dos pacientes.

Segundo o INCA – Instituto Nacional Contra o Câncer, os cânceres mais comuns entre os brasileiros são de próstata, mama, pulmão, cólon e reto, estômago, colo do útero, boca, esôfago, leucemias, pele melanoma e pele não-melanoma.

Para Dr. Corrêa, o Brasil, a exemplo de outros países, está muito aquém de oferecer tratamento digno aos portadores de câncer. “Falta conhecimento adequado a respeito do assunto, não apenas pela população leiga, mas também por parte de profissionais que lidam com a doença”, relata. “Ainda existe um mito muito grande por parte de pacientes de que ao tratar a Dor o médico irá perder o foco do tratamento do câncer em si. Já por parte dos profissionais, a maior deficiência está no conhecimento e manejo dos opióides para o controle da dor, aliado aos fatores político/burocráticos para sua prescrição”, acrescenta o médico.

Mais informações podem ser obtidas através dos endereços eletrônicos abaixo:

Site da campanha Câncer: Viva Sem Dor – Centro de Dor Hospital 9 de Julho

Twitter

IASP

Veja também nos links abaixo o anúncio do INCA sobre número de novos casos de câncer esperados para 2010:

INCA 1 

INCA 2

Estimativa 2010

Estimativa 2010 – PDF

Ano passado o Centro de Dor do Hospital 9 de Julho realizou a campanha Dor: Eu Sou Sexo Forte!, em alinhamento com a IASP (International Association to Study of Pain) com o objetivo de conscientizar as pessoas a respeito das dores que mais acometem o sexo feminino.

Não obstante, o tema reflete sua importância através dos principais veículos de comunicação, já que boa parcela da população feminina sofre com algum tipo de dor crônica.

Confira em link abaixo entrevista do dr. Claudio Corrêa, coordenador do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho sobre o assunto para a revista Viva Mais!

Dores: acabe com o sofrimento

Convidamos os portadores de câncer e seus cuidadores para a participação no grupo de apoio psicológico Câncer: dor física x dor da alma.

Como parte da campanha Viva Sem Dor, os atendimentos são gratuitos, realizados uma vez por mês, sendo o próximo encontro dia 7/11, às 10h.

Os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas.

 

Saiba mais sobre a campanha Viva Sem Dor

Fonte: Revista Viva Saúde Online

Pesquisa da Universidade de Bath, na Inglaterra, compara o quadro de dor feminina com a masculina. Nos testes foi descoberto que elas sentem dor em um número maior de regiões do corpo, além de suportá-la por mais tempo. Outro estudo feito com 4 mil pacientes, pelo Hospital Pitie-Salpetriere da Universidade Pierre e Marie Curie na França, observou que, após cirurgias, elas precisam de doses maiores de anestésicos. Acredita-se que a diferença entre os sexos depende de fatores hormonais, psicológicos, culturais e sociais.

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RELACI~1

Num passado não muito distante, algo menos que 10 anos atrás, as pessoas que recorriam a tratamentos médicos não tinham o hábito de questionar ou argumentar sobre as condutas a que eram submetidas.

Com a evolução dos meios de comunicação, especialmente a web, um novo perfil de paciente, mais participativo, está se formando. Trata-se de um movimento batizado aqui de Paciente Informado e nos Estados Unidos, de Empowered Pacient.

Este paciente pesquisa sobre seu diagnóstico e costuma se relacionar com comunidades e pessoas afins com seus problemas sobre as terapias que utilizam. Essa base de informação o deixa mais seguro para entender sua doença e poder questionar seu médico a respeito das opções de tratamento a que pode ser submetido.

Segundo o coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, dr. Claudio Corrêa, em entrevista para a revista IstoÉ desta semana, “o médico que não aceitar isso terá problemas para estreitar relações com o seu paciente”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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Muita gente sofre com a falta de memória e só percebe o quanto ela é imprescindível quando ela falha. São compromissos esquecidos, a chave do escritório que fica em casa, entre outras.

Apesar de o problema ter várias origens, é possível exercitar a mente para que os episódios de esquecimento sejam menos recorrentes. Segundo o dr. Antônio Cesar Galvão, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho em entrevista à revista Viva Mais, há um treinamento fácil de ser praticado: “Leia uma página de um livro com atenção, feche-o e tente se lembrar do que acabou de ler”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

dra. Marília de Andrade

Quem é cuidador ou portador de câncer sabe o quanto a doença provoca dor, física e emocional. Buscar tratamentos para diminuir essa dor é melhorar a qualidade de vida e colaborar para a cura.

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Dentre as terapias complementares que atuam para este fim, a dança tem sido relatada com resultados bastante positivos. Para falar a este respeito, convidamos a PHD em psicologia e professora titular do Departamento de Artes Corporais da Unicamp, dra. Marília de Andrade, para integrar o podcast da campanha Viva Sem Dor, coordenada pela Baruco para o Centro de Dor do Hospital 9 de Julho.

Confira a entrevista.

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O telejornal matinal Bom Dia Brasil (Rede Globo) relatou as terapias complementares no tratamento da dor. Entre elas, destacou a música e a dança, com entrevista da bailarina e psicóloga Marília de Andrade. Também mostrou um panorama geral dos tratamentos para a dor, com declarações do neurocirurgião e coordenador do Centro de Dor do Hospital 9 de Julhodr. Claudio Corrêa e também da psicóloga dra. Dirce Perissinotti. Veja.

Saiba como diagnosticar e tratar a dor.

Todos os seres humanos precisam de um tempo para sonhar acordado, ou, mais especificamente, dar vazão ao devaneio.

Em colaboração para o Vila Mulher (do Portal Terra), a psicóloga do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho,  dra. Dirce Perissinotti, explica que os pensamentos vagos são importantes para descomprimir a mente e auxiliar nos processos criativos.

Veja a matéria na íntegra.

O Centro de Dor do Hospital 9 de Julho convida os portadores de câncer e seus cuidadores para a participação no grupo de apoio psicológico Câncer: dor física x dor da alma.

Como parte da campanha Viva Sem Dor, os atendimentos são gratuitos, realizados uma vez por mês, sendo o próximo encontro dia 12/9, às 10h.

Os interessados devem se inscrever pelos telefones 11 3539.9901 e 11 3539.9902. As vagas são limitadas.

 

Viva Sem Dor

A Campanha tem o objetivo de educar a população leiga e profissional a respeito da necessidade de atendimento especializado em dor aos portadores de câncer. Este é o segundo ano consecutivo que o Serviço alinha sua campanha à IASP – International Association for the Study of Pain (USA), que em 2009 realiza diversos eventos e incentiva a realização de estudos para a promoção do conhecimento e da melhor qualidade de vida para pacientes e seus e cuidadores.

 

Acesse: www.centrodedor.com.br/vivasemdor

Siga: www.twitter.com/vivasemdor

A família é uma equipe, um time. Se um dos componentes não está em sua melhor fase, todo o restante do grupo irá trabalhar para fortalecer a base e, principalmente, ajudar e motivar quem está desfalcado para todos poderem vencer juntos.

Assim acontece também com os portadores de câncer, segundo a psicóloga dra. Dirce Perissinotti, do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho. Em entrevista para a revista Mulher Consciente, ela relata que os pacientes nunca se sentirão sozinhos, enquanto a família estiver literalmente com eles.

E quanto tempo esse apoio deve durar? O grupo Titãs, em vídeo abaixo, responde.

Como sempre divulgamos neste espaço, a Dor pode apresentar um conjunto de fatores para o seu desencadeamento ou agravamento, entre eles aspectos emocionais. Assim, cuidar da mente e buscar atitudes positivas diante dos desafios da vida é uma  importante ferramenta para ajudar a atenuar a dor e conviver melhor com ela.

Abaixo inserimos um clip musical para te inspirar neste exercício de positividade contra a Dor. Pratique…

Acompanhe a matéria de saúde da revista Cláudia “Nem tudo é psicológico” em que o coordenador do Centro de Dor, Claudio Fernandes Corrêa, explica a relação dos fatores emocionais com algumas doenças e vice versa. Link 

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Estimulação magnética consolida Centro de Dor como referência em tratamento neurofuncional

 

O Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho acaba de ganhar mais uma importante ferramenta para o tratamento de diversas patologias relacionadas ao sistema nervoso central, sua principal especialidade. Trata-se do Neurosoft Neuro MS, equipamento de origem russa, que ao longo de sua curta trajetória já adquiriu 16 certificados internacionais.

O equipamento atua emitindo ondas magnéticas no cérebro, regulando estruturas que estão descompensadas ou funcionando com anormalidade. Entre as principais vantagens do equipamento para os pacientes está o fato de não ser invasivo e não oferecer contraindicações.

Indicado para uma grande variedade de distúrbios, sendo os mais reconhecidos a Depressão, Dor Neuropática, AVC (Derrame), Doença de Parkinson e até Dores de Cabeça, o tratamento é realizado com sessões periódicas de  30 minutos cada, promovendo resultados bastante positivos em indivíduos que não respondem mais a medicamentos ou quaisquer outros tratamentos convencionais.

De acordo com o neurocirurgião e coordenador do Serviço, dr. Claudio Corrêa, a aquisição do aparelho aumentará a capacidade e demanda do Centro, uma vez que serve como alternativa promissora para casos resistentes. “Doenças como depressão, fibromialgia e neuropatias diabéticas, por exemplo, podem ser efetivamente controladas, o que angaria para nós mais visibilidade em consultórios de neurologia, psicologia e psiquiatria na indicação de pacientes”, diz.

Em sua coluna na Folha de S. Paulo, de 19/7, Gilberto Dimenstein narra a luta do vice-presidente do Brasil, Jose Alencar, contra o câncer. O destaque: a vontade de VIVER e não morrer com câncer.

Abaixo destacamos os principais trechos que resumem a idéia central da coluna e que convidamos a todos refletirem.

alencar

Melhor viver do que morrer com câncer


Querer ver os bisnetos nascer revela um dos valores que mantêm a garra de José Alencar, apesar das cirurgias


 

BRIGANDO com o câncer há 12 anos, o vice-presidente José Alencar pediu, na semana passada, que o segurassem por mais tempo porque não queria perder o nascimento de seus bisnetos. Ainda teve disposição para uma brincadeira. Os médicos lhe perguntaram se ele queria ir ao batizado. “Não. Quero ir à formatura”, respondeu.
Querer ver os bisnetos nascer revela, em essência, um dos valores que mantêm a garra de Alencar, apesar de tantas e tão dolorosas cirurgias. Sem saber, ele está comprovando uma experiência desenvolvida em hospitais de Nova York, onde se ensina pessoas a descobrir por que, mesmo com tanto risco de morte, valeria a pena aprender a viver.

Reportagem publicada na semana passada pelo jornal “The Wall Street Journal” relatou a experiência de uma terapia aplicada em pacientes com câncer avançado, baseada no livro “Em Busca do Sentido”, escrito pela psiquiatra austríaco Viktor Frankl. O psiquiatra passou pelo campo de concentração, onde aproveitou para investigar como reagem as pessoas diante de sofrimentos extremos era, portanto, um misto de cientista e cobaia.
Conclusão: é mais fácil suportar as dores quando a vida faz sentido.
A experiência realizada em Nova York mostrou que o grupo de doentes submetido a sessões de busca de significado demonstrou, na média, menos ansiedade, redução da vontade de morrer e, portanto, menor incômodo espiritual.

 
Enquanto mergulhavam na vivência de Frankl nos campos de concentração, os pacientes deveriam refletir sobre o que vale a pena e dá prazer, como andar de bicicleta, caminhar pelo parque à tarde, ouvir um concerto ou admirar o pôr do sol.
Passaram, então, a se encarar não como pessoas que estão morrendo com câncer. Mas vivendo com câncer e, a cada dia, descobrindo novos significados.
Uma mulher, segundo o jornal americano, escreveu um livro sobre os sons de Nova York; outra, enfim, viajou para a Itália, apesar da quimioterapia. Um deles falou: “Vi que não precisava trabalhar tão duro para descobrir o significado da vida.
Estava ao alcance da mão em qualquer momento que eu o olhasse”.
Será que precisamos estar prestes a morrer para refletir sobre o que é essencial? Talvez aí esteja uma das grandes falhas do sistema educacional, baseado em resultados.

 
Educa-se para o fazer e não para o ser. Pior, educa-se para o sucesso, que, como todos sabemos, é superficial e passageiro. Não se educa para que cada um ache seu significado na vida, seja ele qual for o que implica várias medidas de sucesso. Por que alguém que é ótimo amigo, usufruindo do prazer da convivência, não pode ser uma medida de sucesso?
 

 Quem sabe a obrigatoriedade do ensino de filosofia nas escolas não seja um gancho para se discutir por que vale a pena viver.

PS – Quem quiser conhecer melhor a obra do psiquiatra Viktor Frankl, acesse meu site (www.dimenstein.com.br). Seu livro é daquelas obras que ninguém deveria passar a vida sem ler.

Não deixe de conferir hoje a entrevista da dra. Dirce Perissinotti, psicóloga do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, para a Rádio Eldorado AM (700 kHz ou http://www.territorioeldorado.limao.com.br/) sobre a importância da amizade para a saúde.

Abordando a questão das dores crônicas em mulheres, a Rit TV (Jornal Toda Hora), entrevista dra. Dirce Perissinotti.

A psicóloga do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho destaca a importância atendimento aos aspectos emocionais gerados pelas dores crônicas para a melhora da qualidade de vida de suas portadoras.

Matéria publicada neste fim de semana (11/julho), no UOL Ciência e Saúde, aborda a relação dos médicos e pessoas leigas com os opioides, possível causa de morte do ídolo pop Michael Jackson.

MichaelJackson

Falta de conhecimento sobre os benefícios e possíveis riscos é o principal motivo de erro na prescrição e consumo deste tipo de droga, fazendo com que pacientes subestimem seus efeitos colaterais ou ainda sofram desnecessariamente de dor com medo de utilizá-la.

Entre os entrevistados da matéria, a participação do dr. Cláudio Fernandes Corrêa,  coordenador do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Blog da Saúde publicou o Estudo sobre o impacto emocional da Dor Crônica em mulheres, com informações fornecidas pela Dra. Dirce Perissinotti. A matéria aborda o levantamento realizado por meio do grupo de apoio psicológico gratuito “Mulheres que Doem Demais”, do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

Veja a matéria completa no Blog da Saúde Aqui.

 

Estudo publicado no “Journal of Headache and Pain” aponta que fumar mais de cinco cigarros por dia desencadeia as crises de enxaqueca. Isso acontece porque o tabaco age como um fator que precipita essas crises e não as alivia, como se acreditava anteriormente. O estudo, realizado por pesquisadores espanhóis, envolveu 361 estudantes de medicina que sabiam exatamente o que é uma crise de enxaqueca.

Folha de São Paulo

Da Folha de S Paulo – Data de hoje

Nível de dopamina no cérebro pode ter ligação com doença

A fibromialgia está associada a uma redução na massa cinzenta em áreas do cérebro, mas a causa do fenômeno é desconhecida. Pesquisadores dos EUA descobriram agora que alterações nos níveis de dopamina podem ser os responsáveis por essa redução. O estudo foi publicado no “Journal of Pain”.

Os pesquisadores compararam ressonâncias magnéticas de 30 mulheres com fibromialgia e 20 mulheres saudáveis de mesma idade. O objetivo inicial era confirmar a descoberta prévia de que a massa cinzenta de pacientes com fibromialgia é menos densa. Eles exploraram a correlação entre atividade metabólica da dopamina e variações na densidade da massa cinzenta em certas áreas do cérebro.

Os resultados mostraram uma redução significativa da massa cinzenta nos pacientes com fibromialgia, corroborando pesquisa anterior. Além disso, nesses pacientes, houve uma forte correlação entre os níveis de dopamina e a densidade da massa cinzenta nas áreas do cérebro em que a dopamina controla a atividade neurológica.

Em matéria de Vanessa Felix, o Blog da Saúde abordou as atividades do grupo de apoio psicológico “Câncer: dor física X dor da alma”, e sua importância para os portadores da doença e seus cuidadores.

Dra. Dirce Perissinotti e sua equipe coordenam o grupo, cujas reuniões acontecem todo o primeiro sábado do mês.

Para participar, basta fazer a inscrição pelos telefones 11 3147.9881 e 11 3147.9860.

Abaixo o link da matéria do Blog da Saúde.

http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2009/06/08/cancer-dor-fisica-x-dor-da-alma/

Artigo da Dra. Dirce Perissinotti sobre estudo realizado com o grupo “Mulheres que Doem Demais”, cujo objetivo foi oferecer apoio psicológico em reuniões mensais para grupos de mulheres que discutiam sobre as interferências da dor crônica em suas vidas.

O artigo completo está no blog De Caso com a Medicina, da jornalista Cristina Almeida.

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